- Inteligência artificial agêntica (Agentic AI), cibersegurança preditiva, sustentabilidade energética, infraestrutura híbrida e FinOps são pilares da transformação digital este ano.
- Inteligência Artificial agêntica (Agentic AI): o novo modelo operativo do canal. A IA agêntica será a tendência dominante em 2026, evoluindo de projetos-piloto para sistemas autónomos capazes de planear, raciocinar e executar fluxos de trabalho complexos sem intervenção humana constante. Os sistemas multiagente e as plataformas de desenvolvimento nativas de IA vão marcar uma diferença significativa, permitindo automatizar processos de negócio complexos.
- Cibersegurança preditiva: a batalha entre IA defensiva e ameaças autónomas. Em 2026, a cibersegurança vai tornar-se numa corrida ao armamento digital, com agentes de IA a confrontar-se em tempo real: sistemas de defesa preditiva vs. atacantes que utilizam IA para sofisticar as suas ameaças. A cibersegurança é uma área crítica que vai crescer impulsionada por requisitos regulatórios como o RGPD e a NIS2, e a IA defensiva passará de assistir a atuar, com os sistemas autónomos a assumirem o controlo operacional da segurança, e os fabricantes a oferecerem soluções completas de “CISO virtual”.
- Energia e sustentabilidade: o novo “ouro” do setor tecnológico. A exigência energética da IA e da computação quântica torna a energia um diferenciador competitivo estratégico em 2026. A despesa com servidores acelerados otimizados para IA vai representar a maior parte do investimento em Data Centers. As organizações vão procurar também equilibrar o desempenho da IA com a responsabilidade ambiental, impulsionando tecnologias de eficiência energética e redes elétricas inteligentes.
- Infraestrutura híbrida: a maior modernização em décadas. A IA está a impulsionar o maior ciclo de atualização de infraestruturas desde o nascimento da Internet e da adoção da Cloud. As arquiteturas têm de evoluir para suportar cargas de trabalho intensivas em computação, combinando ambientes antigos com capacidades modernas de IA. Neste cenário, as infraestruturas de Cloud híbrida – do Edge ao Data Center – vão ser fundamentais, permitindo que cada carga de trabalho fique onde gera mais valor.
- FinOps e Gestão Financeira Multicloud: a otimização como imperativo. As organizações precisam de visibilidade e controlo sobre as despesas na Cloud para manterem a rentabilidade enquanto expandem as operações. A gestão financeira de ambientes Cloud consolida-se, assim como uma tecnologia estratégica, essencial para otimizar recursos em arquiteturas cada vez mais complexas. A transição para modelos “as-a-Service” também exige mudanças profundas na estrutura de custos e na gestão do cash flow, e os serviços FinOps ajudam MSPs e integradores a gerir estes ambientes Multicloud complexos de forma rentável.
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