- As vulnerabilidades exploradas deixaram de ser a principal causa de origem dos ataques de ransomware, à medida que os cibercriminosos dão prioridade a emails maliciosos e campanhas de phishing.
- Dois terços das vítimas de ransomware (67%) confirmaram que o incidente de ransomware foi também o seu ataque de identidade mais significativo, estabelecendo o comprometimento de identidades como um dos principais mecanismos de disseminação de ransomware.
- Em mais de metade dos ataques de ransomware (56%) os cibercriminosos conseguiram encriptar dados, incluindo 16% de casos em que os dados foram simultaneamente encriptados e roubados. Esta taxa de sucesso aumentou face aos 50% registados em 2025, mas permanece abaixo do máximo de 75% registado em 2023.
- Quando os dados são encriptados, os atacantes têm uma probabilidade de 50% de receber um pagamento de resgate. Entre as organizações cujos dados foram encriptados, 48% pagaram o resgate, elevando a taxa média de pagamento dos últimos quatro anos para 50%.
- Apenas 34% das pequenas organizações (100-250 colaboradores) conseguiram impedir os ataques antes da encriptação ou extorsão. Este valor é significativamente inferior ao das organizações com 3.001-5.000 colaboradores, que conseguiram impedir os ataques em 46% dos casos.
- A autenticação multifator (MFA) estava implementada, de alguma forma, em 97% dos incidentes em que credenciais comprometidas foram a causa de origem dos ataques de ransomware, deixando claro que este método, por si só, não é suficiente para impedir o ransomware e que as lacunas de cobertura criam exposição.
- O Reino Unido registou o pedido de resgate mediano mais elevado de todos os países, no valor de 2.5 milhões de dólares (~2.19 milhões de euros).
- Tratar a identidade como uma camada de segurança essencial – As organizações devem dar prioridade ao ITDR, implementar autenticação multifator resistente a phishing em todos os pontos de acesso e auditar regularmente tanto as identidades humanas como as não humanas.
- Investir em infraestruturas de backup e recuperação – Os backups devem ser testados regularmente, armazenados offline ou em formatos imutáveis e integrados num plano documentado de resposta a incidentes que possa ser executado sob pressão.
- Manter programas de gestão da exposição – As organizações devem manter calendários rigorosos de aplicação de patches, dar prioridade aos ativos expostos à Internet e considerar de que forma as ferramentas emergentes assistidas por IA podem acelerar a identificação e correção de vulnerabilidades.
- Reduzir a exposição através da firewall e tirar partido da telemetria da firewall para detetar ataques precocemente – Garantir que a firewall recebe atualizações rápidas, idealmente automatizadas, e minimizar os serviços expostos à Internet, como acessos de administração e portais de utilizador. Ligar as firewalls a soluções XDR e MDR, permitindo que a telemetria da firewall ajude a detetar ataques de ransomware antes da implementação das cargas maliciosas.
Sobre a Sophos: A Sophos é líder em cibersegurança e defende 600.000 organizações em todo o mundo com uma plataforma orientada por IA e serviços liderados por especialistas. A Sophos acompanha as organizações em qualquer fase da sua maturidade em cibersegurança e cresce com elas para combater os ciberataques. As suas soluções combinam machine learning, automação e inteligência de ameaças em tempo real com a experiência humana de primeiro nível da equipa Sophos X-Ops, com vista a proporcionar monitorização, deteção e resposta a ameaças avançadas 24/7. A Sophos oferece serviços de deteção e resposta geridas (MDR) líderes de mercado, juntamente com um portefólio abrangente de tecnologias de cibersegurança – incluindo segurança de endpoints, redes, e-mail e Cloud, deteção e resposta ampliadas (XDR), deteção e resposta a ameaças à identidade (ITDR) e SIEM de próxima geração. Juntamente com serviços de consultoria especializados, estas capacidades ajudam as organizações a reduzir riscos de forma proativa e a responder-lhes mais rapidamente, com a visibilidade e escalabilidade necessárias para estarem um passo à frente das ameaças em constante evolução. A Sophos chega ao mercado através de um ecossistema global de parceiros, incluindo Fornecedores de Serviços Geridos (MSPs), Fornecedores de Serviços de Segurança Geridos (MSSPs), revendedores e distribuidores, integrações em marketplaces e parceiros de gestão de ciberrisco – proporcionando às organizações a flexibilidade de escolherem relações de confiança para protegerem os seus negócios. A Sophos tem sede em Oxford, no Reino Unido. Mais informação em www.sophos.com.

