- Dois terços dos incidentes de segurança têm origem em falhas relacionadas com a identidade. Os atacantes agem mais rapidamente e fora de horas laborais.
- Uma mudança de foco: da exploração de vulnerabilidades para as credenciais comprometidas. A a atividade de força bruta (15.6%) praticamente iguala a exploração de vulnerabilidades (16%) como método inicial de acesso.
- O tempo médio de permanência dos atacantes desceu para três dias. Isto deve-se tanto à sua maior rapidez, como à resposta mais célere das equipas de defesa. Isto foi particularmente notado em ambientes MDR.
- Os atacantes estão cada vez a chegar mais rápido ao Active Directory (AD). Uma vez dentro da organização, demoram apenas 3.4 horas a aceder ao servidor AD.
- O ransomware continua a ser uma atividade que acontece predominantemente fora de horas: 88% das cargas de ransomware são implementadas fora do horário laboral. Da mesma forma, 79% das ações de exfiltração de dados ocorrem também fora de horas.
- A falta de telemetria compromete os esforços de defesa. A ausência de registos devido a problemas de retenção de dados duplicou face ao ano passado, sobretudo em firewalls cujo padrão de retenção era de apenas sete dias, e em alguns casos, de 24 horas.
- Akira (GOLD SAHARA) e Qilin (GOLD FEATHER) foram as marcas de ransomware mais ativas, com a Akira a dominar 22% dos incidentes;
- Foram identificadas 51 marcas de ransomware, incluindo 27 já existentes e 24 novas;
- Apenas quatro marcas ou técnicas – LockBit, MedusaLocker, Phobos e abuso do BitLocker – têm permanecido continuamente desde 2020, o primeiro ano em que existem dados deste Active Adversary Report.
- Implementar MFA resistente a phishing e validar a sua configuração;
- Reduzir a exposição da infraestrutura de identidade e dos serviços voltados para a internet;
- Proceder à correção atempada das vulnerabilidades conhecidas, especialmente em dispositivos no edge;
- Garantir monitorização 24/7 através de MDR ou capacidades equivalentes;
- Preservar e manter os registos de segurança para apoiar a deteção e investigação rápidas.
Sobre a Sophos: A Sophos é líder em cibersegurança e defende 600.000 organizações em todo o mundo com uma plataforma orientada por IA e serviços liderados por especialistas. A Sophos acompanha as organizações em qualquer fase da sua maturidade em cibersegurança e cresce com elas para combater os ciberataques. As suas soluções combinam machine learning, automação e inteligência de ameaças em tempo real com a experiência humana de primeiro nível da equipa Sophos X-Ops, com vista a proporcionar monitorização, deteção e resposta a ameaças avançadas 24/7. A Sophos oferece serviços de deteção e resposta geridas (MDR) líderes de mercado, juntamente com um portefólio abrangente de tecnologias de cibersegurança – incluindo segurança de endpoints, redes, e-mail e Cloud, deteção e resposta ampliadas (XDR), deteção e resposta a ameaças à identidade (ITDR) e SIEM de próxima geração. Juntamente com serviços de consultoria especializados, estas capacidades ajudam as organizações a reduzir riscos de forma proativa e a responder-lhes mais rapidamente, com a visibilidade e escalabilidade necessárias para estarem um passo à frente das ameaças em constante evolução. A Sophos chega ao mercado através de um ecossistema global de parceiros, incluindo Fornecedores de Serviços Geridos (MSPs), Fornecedores de Serviços de Segurança Geridos (MSSPs), revendedores e distribuidores, integrações em marketplaces e parceiros de gestão de ciberrisco – proporcionando às organizações a flexibilidade de escolherem relações de confiança para protegerem os seus negócios. A Sophos tem sede em Oxford, no Reino Unido. Mais informação em www.sophos.com.

